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Via Reddit por Blackmore21Fonte

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    46 Comentários

    1. Pior que é exatamente assim. Ler Sherlock Holmes é ficar vendo um monte de descrição sobre coisas desnecessárias, que apenas servem para serem justificativa pra narrativa que o protagonista fala sem o espectador ter se quer chance de possibilitar uma resolução plausível, tornando cada história muito chata e repetitiva

    2. Faz muitos anos, mas muitos anos mesmo, meio da decada de 80, tirei um cartão de emprestimo de livros na biblioteca da minha cidade e li tudo que eles tinham de ambos.

      Tem uma série de fatos aqui:

      Agatha Christie trabalhava mais com o psicologico dos personagens, Miss Maple principalmente, mas mesmo Poirot não era tanto investigativo ‘tecnico’ mas sim o carater dos personagens e historias isoladas que ela juntava. Conan Doyle seria mais técnico, mas não era tão mostrado, Sherlock usava uma tropa de ‘ajudantes’ invisiveis, crianças das ruas que investigavam locais e ficavam de olho para ele, informantes, as vezes analises, o grande porém é que nada disto era mostrado até o ‘fim’ do caso.

      Isto gerava diversas coisas, como por exemplo de que nenhum dos dois autores mostrava o POV dos detetives, mas de ajudantes que não tem todos os fatos e informações e muitas vezes induzem o leitor ao erro. (ou em um caso especifico, onde o narrador ERA o criminoso, mas é claro ele nunca falava isto)

      Outro ponto é a diferença entre eles do estilo dos casos, sim, ambos eram elitistas, são casos na alta sociedade, envolvendo nobres, pessoas ricas, politicos ou famosos, os pobres são empregados em torno deles (apesar de poderem vir a ser a vitimas) e quando um destes era o culpado, acabava se revelando ser um criminoso procurado em x lugares, sim, em alguns casos Doyle saia um pouco disto, como o Caso dos Cabeças Vermelhas mas em geral era no ambiente da alta sociedade. MAS tem uma diferença fundamental, Sherlock era um ‘consultor’ ele vivia ajudando casos normais sem sair de seu apartamento, apenas analisando os casos e ‘dando dicas’ ele só se envolve em casos bizarros, como uma quebra de monotonia, Já Christie são casos mais usuais, em poucos deles os detalhes são estranhos, muitas vezes a dificuldade ou é ‘mas ninguém poderia querer mata-la’ ou ‘todo mundo queria matar’ e tem que se analisar as pessoas e não tanto a cena do crime.

      Pra mim, eles passavam uma sensação mais ou menos assim: Doyle: mas eu não sabia de nada disto, como ia adivinhar o criminoso? Christie: mas, mas nada indicava ela, tudo no livre parecia dizer que ele era o criminoso!!

    3. Eu gosto do Sherlock fora das páginas, eu acho que ele é uma detetive mais visual do que literário (e eu sei que um precisa do outro). Mas quando você para e lê um livro da Agatha, o raciocínio dela no final é mais coerente com a construção da história em um fator real do que as do Sherlock. Para mim, o Sherlock é mais ficção do que investigação.

    4. Isso é 100% verdade hahahaha.

      Eu até gosto de algumas histórias do Sherlock, mas o Conan Doyle usa uns artifícios que parecem meio preguiçosos às vezes. O Sherlock é construído para saber tudo que precisa para investigações, e quase nada do resto. Isso é até interessante, mas às vezes acaba numas situações do tipo “ele pegou as cinzas na mão e deduziu onde o assassino podia estar, porque ele conhece tudo sobre tabaco, e sabe que essa cinza só pode ser do tipo tal, que só é vendido no lugar tal”. Pô, é dose às vezes rs

      As histórias da Agatha Christie têm muito mais nuances pra mim. Tem um conto dela (impossível eu lembrar o nome, deve ter quase vinte anos que eu li rs) em que o Poirot aposta que ele consegue resolver um caso sem sair de casa, só recebendo informações e devolvendo questionamentos pro Hastings. Nesse conto tinha um outro investigador, e o Poirot meio que tava “disputando” com ele. Só que esse investigador era descrito como um detetive que ia lá, pegava o barro do chão, se abaixava na terra, analisava material da cena no laboratório, fazia e acontecia (se não me engano o cara chegou a esvaziar um lago nesse conto rs). O Poirot passa o conto inteiro zoando o cara por causa desse estilo dele.

      Enfim, eu não lembro do caso em si, mas esses detalhes me marcaram porque na época eu tive certeza de que a Agatha Christie estava fazendo uma provocação com esse estilo do Sherlock hahaha eu acho até que o Poirot chega a fazer uma analogia de que quando vai caçar raposas ele prefere ser como o caçador, que fica em cima do cavalo, e não como o cão que você leva pra te auxiliar, que tem o trabalho de ficar farejando o chão hahaha

    5. Em termos realismo a Agatha é melhor, mas os enredos muitas vezes são fracos e as soluções muito mirabolantes parece que ela só quer te enganar e mais nada.

      Já as histórias do Doyle são muito mais envolventes, com desenvolvimento maior dos personagens, mais carisma, alguma histórias sequer envolvem investigação direito, dá um banho de storytelling na minha visão.

    6. Os dois tiram do cu!

      Agatha Christie sempre jogava uma pista para o leitor, mas o problema é que a tal pista muita vezes era uma sacanagem completa.

      Na *Mansão Hollow* a pista era >! uma cabeça de cavalo e um camelô ceguinho!< ! Tudo bem que o tal cara >!era cego!<, mas aí ela se escusou de dizer >!que o ceguinho pegou na prova sem saber!<!

      Noutro (me esqueci o nome) uma personagem descobre o que estava errado na mesa de jantar ao escovar o cabelo antes de dormir. Aí entra em coma.

      **MAS O QUE ELA VIU NA £&@¥∆^ DO &@π√€ DO ESPELHO?!**

      Sério, duvido que alguém descubra, apesar de ser óbvio.

      Outro, da Miss Maple, que me tira do sério foi um em que o detalhe crucial foi a posição exata em que um personagem estava dentro de uma sala. Tá, ela descreveu, mas como a gente vai saber a distância da cadeira para a cortina, se a cortina fica à esquerda ou direita da lareira, etc?

      Dependia da visualização, mas muito leitor não fica visualizando tudo que lê, e ainda pode visualizar diferente!

      Agatha Christie era a rainha do narrador desavergonhado.

    7. Eu sou enviesado demais nessa questão – eu li mais de oitenta livros da mulher, e acho que li só um do Sherlock, e não tenho lá muita certeza disso. Na verdade não lembro nem dos livros da Agatha Christie, mas nunca vou deixar de recomendar para quem quer ler um livro viciante e com tramas divertidas. Recomendo para quem quer pegar amor na leitura, também. Ela teve o papel formativo para mim que os livros do Harry potter tiveram na geração posterior.

    8. 100% errado, Arthur Conan doyle utilizava vários métodos de pesquisa nos casos como sherlock pagando os meninos para irem atrás das pista por exemplo no caso do sinal dos 4 que os meninos vão atrás da lancha a vapor dos assassinos, e queria dizer tbm que o assalto ao banco central em Fortaleza foi inspirado em um dos contos do sherlock que se chama a liga dos ruivos quem conseguir leia e tbm leia sobre como foi o assalto tem uma série na Netflix vcs vão perceber que é tudo igual até os planejamentos.

    9. Acho que o Doyle da mais pistas concretas, só que a solução é sempre absurda. A graça é ver se você consegue achar a solução fora da caixinha. A Christie é mais “realista”. Em uma investigação criminal você não vai ficar analisando só as ranhuras do piso de madeira da casa. Nem sempre só com pistas assim você consegue resolver o crime. Precisa conversar com testemunhas e entender a dinâmica social ao redor do crime.

    10. Gosto mais da Agatha Christie por conta da pegada realista e o carisma dos personagens recorrentes, Hercule Poirot é muito engraçado.

      Mas uma crítica que tenho a ela, e acho que perde pro Sir Arthur nisso, é que ela não sabia escrever finais. Cara, perdi a conta de quantos livros eu li dela que no final era um imbróglio do cacete. Fora quando os personagens investigando não conseguiam desvendar o mistério, e então os culpados tinham que se revelar, como em >!”O Assassinato no Expresso Oriente”!<. Talvez seja mais condizente com a pegada mais realista dela, mas fica chato e broxante.

      Ah e ela tira muita coisa do cu sim, no >!”E não sobrou nenhum”!< ela tira uma tora do cu pra resolver o mistério. Ficou tão esquisito que anos depois ela reescreveu e adicionou um prólogo onde um cara explica a solução do mistério, porque ninguém tava entendendo NADA.

    11. Agatha Christie:

      “Baseado nas conclusoes dos capitulos 4, 7 e 8, levando em conta o contexto dos capitulos 3 e 5, podemos concluir que o culpado é fulano”

      Conan Doyle:

      “Mas meu caro Watson, já resolvi tudo! Não reparou que a sala de estar media 4 metros de comprimento? Ou como a sombra da árvore em frente a garagem formava um triangulo retangulo? Pois então, assumindo que estava correta a estimativa do jardineiro de que a árvore tem 3 metros, podemos deduzir utilizando o teorema de Pitágoras que a sala deveria medir 5 metros, e que, visto que so mede 4, há de haver uma entrada secreta ao lado da lareira! Mas n se preocupe meu caro, pois enquanto você distraia o mordomo eu achei a sala secreta e de lá tirei a prova do crime e do culpado!”

    12. Poirot é um homem centrado enquanto que o Sherlock em seu dia mais calmo antes do almoço já tinha fumado ópio, cheirado 3 carreiras de cocaína, bebido meia garrafa de vinho, lutado contra 2 brutamontes, teria humilhado o Lestrade, resolvido 3 crimes menores e a tarde iria enfrentar o Moriarty.

    13. A graça de Sherlock Holmes nem é só o mistério, mas também tem a questão do próprio personagem do Sherlock que não apenas é divertido de se acompanhar, mas os contos também vão revelando novas facetas do mesmo. Quanto à Christie, só li um livro dela, “E não sobrou nenhum”, e o livro é bem mais focado em sua atmosfera e temas do que os contos do Doyle. Tipos diferentes de mistério eu diria, acho que a principal diferença é que no caso do Sherlock, você meio que já sabe o que vai acontecer e dá pra aproveitar passivamente sem quebrar muito a cabeça com o mistério em si, no caso dos livros da Christie o mistério acaba te envolvendo mais diretamente

    14. Nada a ver isso aí. Ambos são incríveis, mas estilos diferentes

      Enquanto a Ágatha Christie escrevia os clássicos whodunnit, apresentando de cara todos os suspeitos pro leitor tentar adivinhar quem matou enquanto ela tenta desviar a atenção com pistas falsas e coisas do tipo, o Conan Doyle tinha outro estilo, ele não tinha a pretensão de fazer o leitor tentar adivinhar, tanto que muitas vezes o criminoso só aparece na história quando o Sherlock o prende. Mas sempre tem uma explicação pra forma que ele desvendou o caso

    15. A diferença é que o Sherlock não é o narrador da história. A maioria dos contos do Conan Doyle são narrados pelo Watson, que é um médico e um homem inteligente, mas não é um detetive e não tem metade do olhar analítico do Holmes, por isso não vemos as peças do quebra cabeças se unindo, a não ser nos raros momentos em que o Sherlock expõe o que está pensando, daí a fórmula dos contos dele onde aparentemente o Sherlock tira conclusões “do nada”, mas depois ele sempre explica o raciocínio que o levou a chegar na conclusão do caso. Acredito que a Agatha, apesar de certamente ser uma boa escritora, não conseguiu criar personagem algum tão icônico quanto o Sherlock Holmes, a ponto de se confundirem se realmente é só um personagem ou se foi uma pessoa real.

    16. Sei lá vei, os dois são bons, mas talvez os da Agatha Christie sejam mais realistas sim… Eles dão mais chance pro leitor fazer a análise, acho que essa é a grande diferença, revelando alguns detalhes aos poucos.

      O Sherlock ele vai analisando e tal, no final a explicação dele é suave, mas ele não revela nada “no caminho”

    17. As histórias da Agatha são de crimes comuns, fulano mata ciclano pra roubar a herança. A graça do Sherlock é que os próprios criminosos criam planos absurdos, como >!mandar um anão indiano entrar na chaminé das casas das vítimas e matá-las com uma zarabatana!< , ou >!treinar um cachorro para atacar pessoas enquanto se aproveita da lenda de um cachorro fantasma!<.